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SANGUESSUGA DESCUMPRE LEI E CONVENÇÃO COLETIVA
É um absurdo como a CTIS e outras sangue-sugas dos trabalhadores conseguem se manter prestando serviço para órgãos públicos, ainda que não cumpram a lei e a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). A CTIS, que presta serviço atualmente para o Ministério da Saúde, Controladoria Geral da União (CGU), Advocacia Geral da União e Tribunal Regional Eleitoral em vários Estados, descumpre acintosamente as Convenções Coletivas de Trabalho e a legislação trabalhista e permanece mamando nas tetas do governo.
A conivência dos patrões públicos com os patrões privados para explorar ao máximo os trabalhadores começa desde o processo de licitação, quando é contratada a empresa que apresenta o menor preço, pouco importando se na cotação do preço esteja evidente que o mesmo implicará em descumprimento de direitos trabalhistas. A margem de lucro do patrão é sempre intocada, pouco importando se para obter o lucro este acumule passivos trabalhistas impagáveis.
A CTIS é uma destas empresas. A direção da empresa, malandramente, não tem filial em Minas, sendo em Brasília a sua sede. Isto é um elemento a mais para dificultar a ação sindical. Os trabalhadores têm denunciado sistematicamente que a empresa não tem cumprido a CCT e a lei; esta não é uma realidade apenas de Minas Gerais; e a direção da empresa se sente tranquila para não comparecer em reunião convocada pelo Ministério de Trabalho, a pedido do sindicato, que objetive resolver o problema.
Diante desta realidade, fica evidente a necessidade dos trabalhadores se organizarem para mudar esta situação. Não basta denunciar e esperar que o sindicato atue, pois a atuação da direção do sindicato sozinha terá sempre alcance limitado. Os patrões têm pavor é da ação dos trabalhadores. Portanto, se diante da exploração patronal os trabalhadores se reúnem no sindicato para discutir os problemas, participam das assembléias, se tornam sócias do sindicato há perspectiva concreta de mudarmos esta realidade. Pense nisto companheiro da CTIS. |